Valmet lança tecnologia para mercado de alimentos com foco em acelerar substituição do plástico
Novo Valmet 3D Fiber permite fabricar embalagens tridimensionais de fibra em alta escala, com mais eficiência e foco na economia…
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A inteligência artificial começa a mudar a forma como alunos estudam em cursos online. Depois de anos em que plataformas EAD funcionaram principalmente como ambientes para videoaulas e materiais complementares, a tecnologia passa a atuar diretamente no acompanhamento do estudante, ajudando na revisão, organização e continuidade dos estudos. Entre os recursos que ganham espaço estão resumos automatizados de aulas, envio de conteúdos pelo WhatsApp, áudios com a voz do professor, flashcards e cronogramas personalizados gerados por IA. A proposta é tornar o estudo menos solitário e mais conectado à rotina do aluno. Segundo a pesquisa TIC Educação 2024, 70% dos alunos do Ensino Médio já utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa em pesquisas escolares, mas apenas 32% dizem ter recebido orientação sobre como usar essas tecnologias. O dado mostra que a IA já faz parte da vida dos estudantes, mas ainda precisa ser integrada de forma mais estruturada ao processo educacional. Para Lucas Sandrini, CEO da Dottatec EAD, empresa brasileira de tecnologia especializada em plataformas para educação a distância, o desafio é transformar o uso espontâneo da IA em uma experiência de aprendizagem organizada. “O aluno já usa inteligência artificial para pesquisar, resumir e tirar dúvidas. A questão é como trazer isso para dentro de uma jornada educacional com conteúdo confiável, acompanhamento e intencionalidade pedagógica”, afirma Sandrini. Apesar do potencial, o uso da IA na educação a distância exige cuidados, como privacidade de dados, revisão humana dos conteúdos gerados, autorização para uso da voz do professor e transparência no uso da tecnologia. A tendência é que o EAD evolua de um modelo baseado apenas em acesso a videoaulas para uma experiência mais inteligente, personalizada e próxima da rotina do estudante. Nesse processo, a IA não substitui o professor, mas amplia sua presença e ajuda o aluno a manter uma jornada de estudo mais contínua.
Modelo baseado em mensalidades na segurança reduz investimentos iniciais, facilita a atualização tecnológica e acompanha tendência já consolidada em setores como software, streaming e computação em nuvem
A inteligência artificial começa a mudar a forma como alunos estudam em cursos online. Depois de anos em que plataformas EAD funcionaram principalmente como ambientes para videoaulas e materiais complementares, a tecnologia passa a atuar diretamente no acompanhamento do estudante, ajudando na revisão, organização e continuidade dos estudos. Entre os recursos que ganham espaço estão resumos automatizados de aulas, envio de conteúdos pelo WhatsApp, áudios com a voz do professor, flashcards e cronogramas personalizados gerados por IA. A proposta é tornar o estudo menos solitário e mais conectado à rotina do aluno. Segundo a pesquisa TIC Educação 2024, 70% dos alunos do Ensino Médio já utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa em pesquisas escolares, mas apenas 32% dizem ter recebido orientação sobre como usar essas tecnologias. O dado mostra que a IA já faz parte da vida dos estudantes, mas ainda precisa ser integrada de forma mais estruturada ao processo educacional. Para Lucas Sandrini, CEO da Dottatec EAD, empresa brasileira de tecnologia especializada em plataformas para educação a distância, o desafio é transformar o uso espontâneo da IA em uma experiência de aprendizagem organizada. “O aluno já usa inteligência artificial para pesquisar, resumir e tirar dúvidas. A questão é como trazer isso para dentro de uma jornada educacional com conteúdo confiável, acompanhamento e intencionalidade pedagógica”, afirma Sandrini. Apesar do potencial, o uso da IA na educação a distância exige cuidados, como privacidade de dados, revisão humana dos conteúdos gerados, autorização para uso da voz do professor e transparência no uso da tecnologia. A tendência é que o EAD evolua de um modelo baseado apenas em acesso a videoaulas para uma experiência mais inteligente, personalizada e próxima da rotina do estudante. Nesse processo, a IA não substitui o professor, mas amplia sua presença e ajuda o aluno a manter uma jornada de estudo mais contínua.
A Copa do Mundo não será vitrine somente para os craques, a IA Agêntica também será destaque. Essa IA que é aquela que não responde só comandos, mas também consegue resolver problemas, está sendo utilizado durante a Copa do Mundo nas cidades-sedes auxiliando torcedores com informações sobre as partidas, hotéis, restaurantes e pontos da cidade. Lembrando que a IA Agêntica interpreta diversos idiomas o que ajuda ainda mais. Nicola Sanchez, CEO da Matrix Go, analisa esse cenário e conta como as empresas também podem aproveitar a IA Agêntica principalmente no atendimento ao clien
**Por Eduardo Garcia As criptomoedas começam a ganhar espaço como alternativa para pagamentos internacionais mais rápidos e menos burocráticos. Embora…
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