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Tecnologia

IA não faz milagre: quem domina o jogo é quem sabe se posicionar dentro dela

Empresário, palestrante, estrategista digital e piloto de kart, Giovanni Ballarin construiu sua trajetória na interseção entre tecnologia, inteligência aplicada e geração de resultados macros. Especialista em mídias digitais, inteligência embarcada, automações, inteligência artificial e correlatos, Ballarin atua com foco absoluto em performance mensurável, eficiência operacional e construção de ativos digitais sustentáveis. Sua atuação se diferencia pela capacidade de traduzir tecnologia em resultado prático, estruturando ecossistemas digitais que combinam arquitetura técnica, dados, automação e conteúdo estratégico. Mais do que visibilidade, seus projetos são desenhados para gerar conversão, autoridade e crescimento real, sempre orientados por métricas claras e objetivos de negócio.

Novas campanhas de phishing transformam o espaço reservado de nomes de domínio em ferramenta para aplicar golpes

Uma nova pesquisa da Infoblox Threat Intel mostra como criminosos estão distorcendo um elemento central da infraestrutura da internet para driblar muitos dos mecanismos padrão de segurança

EXECUÇÃO REAL NA ERA DAS IA´s, TECNOLOGIAS EMBARCADAS E TANTAS OUTRAS “FACILIDADES”

“A mágica não está no sistema, na ferramenta, no ChatGpt, no Google Gemini AI e em tantas outras formas de obter o resultado mais rápido e de forma eficiente. Está na pessoa que sabe usar o sistema para resolver problema, entregar resultado e sustentar crescimento ao vivo. Quem só imita ferramenta não avança. Quem domina o negócio, cresce com qualquer ferramenta.” Menciona, Nunes.

UI/UX em jogos digitais: o que o mercado exige hoje e quem já está à frente

Hoje, as empresas continuam contratando, mas procuram profissionais com alto nível técnico, visão estratégica e domínio real das ferramentas da indústria. Não basta mais apresentar telas visualmente bonitas. O mercado quer designers que entendam profundamente o comportamento do jogador, que saibam trabalhar com dados, que dominem engines como Unity e Unreal e que consigam transformar decisões de design em soluções técnicas implementáveis. Além disso, equipes estão mais enxutas e os papéis mais especializados. O profissional de UI/UX deixou de ser apenas “o responsável pela interface” e passou a ser peça estratégica dentro do desenvolvimento: alguém que impacta retenção, engajamento, clareza de gameplay e até monetização.