Senior Roadshow 2026 percorrerá 12 estados com debates sobre gestão, inovação e tecnologia
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Novo Valmet 3D Fiber permite fabricar embalagens tridimensionais de fibra em alta escala, com mais eficiência e foco na economia…
Matéria analítica sobre a convergência entre telecom e serviços financeiros no Brasil em 2026. Mostra como a conectividade está deixando de ser produto exclusivo das operadoras para virar uma camada dentro de ecossistemas digitais. A USI Telecom, vertical de telefonia do ecossistema Gfi Hub, aparece como exemplo direto, com integração à conta digital da Gfi Pay e ao conceito de MEC. Inclui citação do presidente Odirlei Schuster. Ideal para portais de tecnologia, telecom, finanças e negócios.
A inteligência artificial começa a mudar a forma como alunos estudam em cursos online. Depois de anos em que plataformas EAD funcionaram principalmente como ambientes para videoaulas e materiais complementares, a tecnologia passa a atuar diretamente no acompanhamento do estudante, ajudando na revisão, organização e continuidade dos estudos. Entre os recursos que ganham espaço estão resumos automatizados de aulas, envio de conteúdos pelo WhatsApp, áudios com a voz do professor, flashcards e cronogramas personalizados gerados por IA. A proposta é tornar o estudo menos solitário e mais conectado à rotina do aluno. Segundo a pesquisa TIC Educação 2024, 70% dos alunos do Ensino Médio já utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa em pesquisas escolares, mas apenas 32% dizem ter recebido orientação sobre como usar essas tecnologias. O dado mostra que a IA já faz parte da vida dos estudantes, mas ainda precisa ser integrada de forma mais estruturada ao processo educacional. Para Lucas Sandrini, CEO da Dottatec EAD, empresa brasileira de tecnologia especializada em plataformas para educação a distância, o desafio é transformar o uso espontâneo da IA em uma experiência de aprendizagem organizada. “O aluno já usa inteligência artificial para pesquisar, resumir e tirar dúvidas. A questão é como trazer isso para dentro de uma jornada educacional com conteúdo confiável, acompanhamento e intencionalidade pedagógica”, afirma Sandrini. Apesar do potencial, o uso da IA na educação a distância exige cuidados, como privacidade de dados, revisão humana dos conteúdos gerados, autorização para uso da voz do professor e transparência no uso da tecnologia. A tendência é que o EAD evolua de um modelo baseado apenas em acesso a videoaulas para uma experiência mais inteligente, personalizada e próxima da rotina do estudante. Nesse processo, a IA não substitui o professor, mas amplia sua presença e ajuda o aluno a manter uma jornada de estudo mais contínua.
A inteligência artificial se tornou um dos principais motores da transformação digital nas empresas e atenta a esse movimento e…
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O Brasil aparece entre os países onde a adoção da IA no mercado de trabalho é percebida como acelerada, seguindo a tendência global. Porém, ainda há um descompasso claro entre exposição às ferramentas e capacidade de aplicação prática no ambiente de trabalho.