EXECUÇÃO REAL NA ERA DAS IA´s, TECNOLOGIAS EMBARCADAS E TANTAS OUTRAS “FACILIDADES”

“A mágica não está no sistema, na ferramenta, no ChatGpt, no Google Gemini AI e em tantas outras formas de obter o resultado mais rápido e de forma eficiente. Está na pessoa que sabe usar o sistema para resolver problema, entregar resultado e sustentar crescimento ao vivo. Quem só imita ferramenta não avança. Quem domina o negócio, cresce com qualquer ferramenta.” Menciona, Nunes.

UI/UX em jogos digitais: o que o mercado exige hoje e quem já está à frente

Hoje, as empresas continuam contratando, mas procuram profissionais com alto nível técnico, visão estratégica e domínio real das ferramentas da indústria. Não basta mais apresentar telas visualmente bonitas. O mercado quer designers que entendam profundamente o comportamento do jogador, que saibam trabalhar com dados, que dominem engines como Unity e Unreal e que consigam transformar decisões de design em soluções técnicas implementáveis. Além disso, equipes estão mais enxutas e os papéis mais especializados. O profissional de UI/UX deixou de ser apenas “o responsável pela interface” e passou a ser peça estratégica dentro do desenvolvimento: alguém que impacta retenção, engajamento, clareza de gameplay e até monetização.

Marina Alves e Brazil Pays: A Fintech que Facilita Compras dos Brasileiros nos Estados Unidos

A brasileira Marina Alves, CEO da Brazil Pays, está transformando a forma como os brasileiros compram produtos e serviços nos Estados Unidos. Com sede nos Estados Unidos, a fintech oferece uma solução de pagamentos cross-border (transfronteiriços) que conecta lojistas americanos ao mercado brasileiro, tornando as transações mais rápidas, seguras e sem a cobrança do IOF de 4,38%.

Design brasileiro vive fase de expansão e ganha protagonismo internacional com profissionais como Edgard Kozlowski

O setor de design no Brasil atravessa um dos momentos mais promissores de sua história. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Design, Abedesign, a expectativa é de crescimento de cerca de 9,2% em 2026, com faturamento estimado em R$ 22,5 bilhões. Atualmente, o segmento emprega aproximadamente 250 mil profissionais de forma direta no país, consolidando-se como um dos pilares da economia criativa nacional. No contexto latino-americano, o cenário também é vibrante, com mercados em expansão no México, Argentina, Colômbia e Chile, além da presença crescente de empresas globais que fortalecem o ecossistema regional.