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Marina Alves e Brazil Pays: A Fintech que Facilita Compras dos Brasileiros nos Estados Unidos

A brasileira Marina Alves, CEO da Brazil Pays, está transformando a forma como os brasileiros compram produtos e serviços nos Estados Unidos. Com sede nos Estados Unidos, a fintech oferece uma solução de pagamentos cross-border (transfronteiriços) que conecta lojistas americanos ao mercado brasileiro, tornando as transações mais rápidas, seguras e sem a cobrança do IOF de 4,38%.

Você já ouviu falar em Deepfake Coorporativo?

magine receber uma ligação com tom de urgência, autorizando a transferência de um montante considerável. Essa ligação foi feita pelo seu chefe, o timbre de voz, jeito de falar e a maneira como fala com você, não deixam dúvidas: era o seu chefe. Após a transferência, você tem uma difícil decepção, o tempo todo você falou e recebeu ordens de uma inteligência artificial que beira a perfeição. Estamos vivendo em tempos em que a tecnologia evoluí mais rápido do que podemos acompanhar, e isso incluí a nobreza de detalhes de ataques cibernéticos.

Design brasileiro vive fase de expansão e ganha protagonismo internacional com profissionais como Edgard Kozlowski

O setor de design no Brasil atravessa um dos momentos mais promissores de sua história. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Design, Abedesign, a expectativa é de crescimento de cerca de 9,2% em 2026, com faturamento estimado em R$ 22,5 bilhões. Atualmente, o segmento emprega aproximadamente 250 mil profissionais de forma direta no país, consolidando-se como um dos pilares da economia criativa nacional. No contexto latino-americano, o cenário também é vibrante, com mercados em expansão no México, Argentina, Colômbia e Chile, além da presença crescente de empresas globais que fortalecem o ecossistema regional.

Black Friday, Natal e o custo invisível dos ataques: o que as empresas ainda não enxergam sobre o risco cibernético

na Carolina Mello e Petre Rascov analisam como períodos de alto volume comercial, como Black Friday e Natal, ampliam significativamente o risco cibernético para empresas de todos os portes. O texto mostra como golpes, domínios maliciosos, phishing e engenharia social crescem nesses momentos e evidencia que muitas organizações ainda operam com sensação equivocada de segurança, mesmo diante de um ambiente cada vez mais profissionalizado entre grupos criminosos. Os autores apresentam dados de fontes como CISO Advisor, Guy Carpenter, World Economic Forum, AXA e IBM para demonstrar o impacto financeiro, operacional e reputacional dos ataques, além de explicar por que o seguro cyber se tornou uma camada essencial de prevenção, resposta e continuidade dos negócios. Eles também destacam como o fator humano segue como principal porta de entrada e como a maturidade tecnológica e cultural influencia diretamente a capacidade de recuperação.